Falando mais uma vez de filmes interessantes sobre relacionamentos, esta semana vi "Mulher Invisível". Uma história muito boa sobre um cara, que após um pé na bunda DAQUELES, inventa uma mulher pefeita e tem um relacionamento com ela imaginário.
As cenas são boas demais, a atuação do Selton Melo impecável, mas o que me chamou atenção foi como esta grande brincadeira tem um fundo enorme de verdade.
Quantos de nós já não imaginamos a pessoa perfeita ou modificamos um pouco da pessoa que nos relacionamos pra que ela atinja o nosso ideal?
Quantos de nós não pensou após uma relação, naquele momento de retrospectiva (ah, porque fim de relação rende mais flashs que a restrospectiva da Globo) que muito do vivido foi uma grande fantasia, imaginação, fruto de nossas ansiedades, expectativas e projetos? Aquele cara não era tão bom de cama, aquela mulher não era tão inteligente, as piadas nem eram tão engraçadas, as afinidades nem eram tantas assim...
Não se trata de enganar ao outro ou a si mesmo, acho que a criação da outra pessoa invisível, perfeita até com seus defeitos é natural. Tão natural que só nos damos conta que parte daquilo era imaginação quando estamos analisando bem de fora.Engraçado pensar que quando estamos envolvidos, inseridos, o imaginário e real parecem ser um só, né?
Mas não se trata de ser bom ou ruim, mas fiquei analisando que seja para salvar uma relação, para salvar a auto-estima, para dar uma "pernada" na monotonia...homens, mulheres e situações imaginárias me pareceram até mais comuns que alguns reais...
Quantos de nós já não imaginamos a pessoa perfeita ou modificamos um pouco da pessoa que nos relacionamos pra que ela atinja o nosso ideal?
Quantos de nós não pensou após uma relação, naquele momento de retrospectiva (ah, porque fim de relação rende mais flashs que a restrospectiva da Globo) que muito do vivido foi uma grande fantasia, imaginação, fruto de nossas ansiedades, expectativas e projetos? Aquele cara não era tão bom de cama, aquela mulher não era tão inteligente, as piadas nem eram tão engraçadas, as afinidades nem eram tantas assim...
Não se trata de enganar ao outro ou a si mesmo, acho que a criação da outra pessoa invisível, perfeita até com seus defeitos é natural. Tão natural que só nos damos conta que parte daquilo era imaginação quando estamos analisando bem de fora.Engraçado pensar que quando estamos envolvidos, inseridos, o imaginário e real parecem ser um só, né?
Mas não se trata de ser bom ou ruim, mas fiquei analisando que seja para salvar uma relação, para salvar a auto-estima, para dar uma "pernada" na monotonia...homens, mulheres e situações imaginárias me pareceram até mais comuns que alguns reais...

2 comentários:
Como sempre gatinha, você é muito perspicaz.
Òtimo post e acho que vou ver o filme assim que der...
Bjos imensos.
O problema começa quando a gente gosta mais do imaginário do que o real né? hehe
Gostei do teu blog.
Conheça nosso:. http://sinceraseapimentadas.blogspot.com/
Dê uma passadinha. Acompanhe a gente. Você vai gostar. Te espero lá.
Beeijinhos Nane
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